"Todas as pesssoas querem ensinar-nos coisas sobre o amor, mas de nada adianta. O amor é sempre uma questão pessoal com inflexões extraordinárias; uma palavra lassa e uma palavra polvo."
Em: http://last-tapes.blogspot.com/2004_10_31_archive.html
@-,-´--
Na era da supermedicação e da negação do sofrimento, a gente deveria sempre se lembrar que A erva cura,O aroma cura, A massagem cura, O humor cura, O amor cura, A fres cura, A brancura, E, principalmente, a lou cura!
sábado, 8 de maio de 2010
quinta-feira, 18 de março de 2010
Pra você guardei o amor...
Nando Reis e Ana Cañas
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
Nando Reis e Ana Cañas
Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Sentir sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir
Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim vem visitar
Sorrir, vem colorir solar
Vem esquentar
E permitir
Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz
No giz do gesto o jeito pronto
Do piscar dos cílios
Que o convite do silêncio
Exibe em cada olhar
Guardei
Sem ter porque
Nem por razão
Ou coisa outra qualquer
Além de não saber como fazer
Pra ter um jeito meu de me mostrar
Achei
Vendo em você
E explicação
Nenhuma isso requer
Se o coração bater forte e arder
No fogo o gelo vai queimar
Pra você guardei o amor
Que aprendi vendo meus pais
O amor que tive e recebi
E hoje posso dar livre e feliz
Céu cheiro e ar na cor que arco-íris
Risca ao levitar
Vou nascer de novo
Lápis, edifício, tevere, ponte
Desenhar no seu quadril
Meus lábios beijam signos feito sinos
Trilho a infância, terço o berço
Do seu lar
quarta-feira, 17 de março de 2010
Escolhi a sombra desta árvore para
repousar do muito que farei,
enquanto esperarei por ti.
Quem espera na pura espera
vive um tempo de espera vã.
Por isto, enquanto te espero
trabalharei os campos e
conversarei com os homens
Suarei meu corpo, que o sol queimará;
minhas mãos ficarão calejadas;
meus pés aprenderão o mistério dos caminhos;
meus ouvidos ouvirão mais,
meus olhos verão o que antes não viam,
enquanto esperarei por ti.
Não te esperarei na pura espera
porque o meu tempo de espera é um
tempo de quefazer.
Desconfiarei daqueles que virão dizer-me,:
em voz baixa e precavidos:
É perigoso agir
É perigoso falar
É perigoso andar
É perigoso, esperar, na forma em que esperas,
porquê êsses recusam a alegria de tua chegada.
Desconfiarei também daqueles que virão dizer-me,
com palavras fáceis, que já chegaste,
porque êsses, ao anunciar-te ingênuamente ,
antes te denunciam.
Estarei preparando a tua chegada
como o jardineiro prepara o jardim
para a rosa que se abrirá na primavera.
Paulo Freire
domingo, 7 de março de 2010
JANELA -Adélia Prado
Janela, palavra linda.
Janela é o bater das asas da borboleta amarela.
Abre pra fora as duas folhas de madeira à-toa pintada,
janela jeca, de azul.
Eu pulo você pra dentro e pra fora, monto a cavalo em você,
meu pé esbarra no chão.
Janela sobre o mundo aberta, por onde vi
o casamento da Anita esperando neném, a mãe
do Pedro Cisterna urinando na chuva, por onde vi
meu bem chegar de bicicleta e dizer a meu pai:
minhas intenções com sua filha são as melhores possíveis.
Ô janela com tramela, brincadeira de ladrão,
clarabóia na minha alma,
olho no meu coração.
Janela, palavra linda.
Janela é o bater das asas da borboleta amarela.
Abre pra fora as duas folhas de madeira à-toa pintada,
janela jeca, de azul.
Eu pulo você pra dentro e pra fora, monto a cavalo em você,
meu pé esbarra no chão.
Janela sobre o mundo aberta, por onde vi
o casamento da Anita esperando neném, a mãe
do Pedro Cisterna urinando na chuva, por onde vi
meu bem chegar de bicicleta e dizer a meu pai:
minhas intenções com sua filha são as melhores possíveis.
Ô janela com tramela, brincadeira de ladrão,
clarabóia na minha alma,
olho no meu coração.
Ato Médico: conscientização para médicos e não médicos.
"Sobre as vaidades e frustrações
Ângelo Roncalli M. Rocha - fisioterapeuta
Ao ler a reportagem, postada no site www.atomedico.org.br, sob o título "Os médicos e o Dr. Campos da Paz", de autoria do médico José Hiran da Silva Gallo, na qual autor não poupa críticas ao colega, o Dr. Aloysio Campos da Paz Júnior, cirurgião chefe da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação, simplesmente pelo fato deste haver contestado o PLS 025/2002, percebi que vaidades pessoais ou profissionais transcendem o limite da racionalidade.
Como um verdadeiro "trator", esse sentimento destruidor atropela qualquer relação saudável, ética, além de submeter o nosso foco principal, o paciente, a uma condição de mero espectador, sem nada poder fazer ante o combate que, embora não tenha sido por ele elaborado, lhe trará sérias conseqüências futuras. Essa é uma guerra sem vencidos nem vencedores, na qual todos perdem: perde a saúde, perde a dignidade profissional, perde o respeito mútuo, perde a tão propalada "interdisciplinaridade". Quem convive na área de saúde sabe que o projeto de Lei do Ato Médico caiu como um bomba atômica, que derrubou por vez uma frágil relação do médico com outros profissionais. O que já era difícil, ficou quase impossível. Paira no ar uma hostilidade que revela-se de forma sorrateira e às vezes até explícita..."
In http://www.naoaoatomedico.org.br/paginterna/para_refletir04.cfm
Psiquiatra não tem formação para exercer o trabalho de um psicologo, e a recíproca é verdadeira! O saber psicologico é produzido pela psicologia, não pela psiquiatria(que constrói seu proprio saber). Não há identidade, nem tampouco deveria haver "concorrência"...
No entanto, há algo mais que também deve ser prioridade na tal "luta contra a lei do ato medico": a responsabilidade DE TODOS OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE em construir um espaço dialógico para a promoção da integralidade na assitência.
Seria muito bom que as ações de enfrentamento do PL 7703/2006 não se resumam a uma disputa vazia que se encerra na "derrota" de um grupo.
Todos perdem pela implementação do PL, em detrimento da integralidade na assitencia; Todos perdem pela não existencia de uma lei que defina a prática especificamente medica.
Lembremos de que nosso compromisso é com o cuidado dos sujeitos! Façamos jus a este compromisso. Construamos espaços de diálogo para a promoção da integralidade que defendemos!
Atenciosamente,
--
@-,-`-- Sicília M. M. de Araújo
"Sobre as vaidades e frustrações
Ângelo Roncalli M. Rocha - fisioterapeuta
Ao ler a reportagem, postada no site www.atomedico.org.br, sob o título "Os médicos e o Dr. Campos da Paz", de autoria do médico José Hiran da Silva Gallo, na qual autor não poupa críticas ao colega, o Dr. Aloysio Campos da Paz Júnior, cirurgião chefe da Rede Sarah de Hospitais de Reabilitação, simplesmente pelo fato deste haver contestado o PLS 025/2002, percebi que vaidades pessoais ou profissionais transcendem o limite da racionalidade.
Como um verdadeiro "trator", esse sentimento destruidor atropela qualquer relação saudável, ética, além de submeter o nosso foco principal, o paciente, a uma condição de mero espectador, sem nada poder fazer ante o combate que, embora não tenha sido por ele elaborado, lhe trará sérias conseqüências futuras. Essa é uma guerra sem vencidos nem vencedores, na qual todos perdem: perde a saúde, perde a dignidade profissional, perde o respeito mútuo, perde a tão propalada "interdisciplinaridade". Quem convive na área de saúde sabe que o projeto de Lei do Ato Médico caiu como um bomba atômica, que derrubou por vez uma frágil relação do médico com outros profissionais. O que já era difícil, ficou quase impossível. Paira no ar uma hostilidade que revela-se de forma sorrateira e às vezes até explícita..."
In http://www.naoaoatomedico.org.br/paginterna/para_refletir04.cfm
Psiquiatra não tem formação para exercer o trabalho de um psicologo, e a recíproca é verdadeira! O saber psicologico é produzido pela psicologia, não pela psiquiatria(que constrói seu proprio saber). Não há identidade, nem tampouco deveria haver "concorrência"...
No entanto, há algo mais que também deve ser prioridade na tal "luta contra a lei do ato medico": a responsabilidade DE TODOS OS PROFISSIONAIS DE SAÚDE em construir um espaço dialógico para a promoção da integralidade na assitência.
Seria muito bom que as ações de enfrentamento do PL 7703/2006 não se resumam a uma disputa vazia que se encerra na "derrota" de um grupo.
Todos perdem pela implementação do PL, em detrimento da integralidade na assitencia; Todos perdem pela não existencia de uma lei que defina a prática especificamente medica.
Lembremos de que nosso compromisso é com o cuidado dos sujeitos! Façamos jus a este compromisso. Construamos espaços de diálogo para a promoção da integralidade que defendemos!
Atenciosamente,
--
@-,-`-- Sicília M. M. de Araújo
sexta-feira, 5 de março de 2010
Não é so o amor...
Goste de alguém que te ame,
Alguém que te espere,
Alguém que te compreenda mesmo
nos momentos de loucura;
De alguém que te ajude,
Que te guie,
Que seja seu apoio,
Tua esperança, teu tudo.
Goste de alguém que te ame.
Não goste apenas do amor.
[Luis Fernando Veríssimo]
quinta-feira, 4 de março de 2010
Respiração
Ansiedade e respiração - Regiane Cristina Rocha
Ansiedade e respiração
“A respiração e a mente andam juntas”
Swami Karunananda
A ansiedade , na maioria das vezes, é causada por 2 emoções: a raiva e a tristeza. As pessoas ficam ansiosas por não se sentirem capazes de controlar a raiva ou então, não saberem lidar com as situações que as deixam tristes.
Por trás dessas emoções temos como pano de fundo , o medo, principal sintoma da ansiedade. O medo advém dessa crença na inabilidade de resolver os problemas que nos deixam tristes ou com raiva.
O primeiro ataque da ansiedade é inibir nossa respiração natural. O diafragma endurece e não conseguimos encher nossos pulmões de ar plenamente. Quando não temos oxigênio suficiente, o cérebro entende que isso é um sinal de perigo, o que perpetua o estado de ansiedade.
Portanto, utilizar o controle da respiração no tratamento da ansiedade é praticamente intuitivo, sendo útil tanto em situações nas quais o indivíduo já se encontra em estado de ansiedade crônica, como em situações preventivas onde a técnica busca impedir que se desenvolva um quadro de ansiedade mais grave.
O controle da respiração (pranayama) é um recurso que pode interromper o padrão respiratório desse estado de alerta.
Os estudos mostram que a respiração diafragmática reduz com eficácia a ansiedade funcionando quase como um antidepressivo, evidentemente dentro de uma diciplina de prática do Yoga e acompanhamento de um professor ou mestre.
Os distúrbios de respiração podem recriar ou perpetuar estados de ansiedade causando a ansiedade crônica, pânico e reações de medo intensas.
A quebra dos padrões de respiração que facilitam crises de ansiedade através dos pranayamas é uma chave para bons resultados nesse tratamento.
A arte de não adoecer. -Drauzio Varela
Se não quiser adoecer - "Fale de seus sentimentos". Emoções e sentimentos que são escondidos, reprimidos, acabam em doenças como gastrite, úlcera, dores lombares, dor na coluna. Com o tempo, a repressão dos sentimentos, a magoa, a tristeza, a decepção degenera até em câncer.
Então vamos confidenciar, desabafar, partilhar nossa intimidade, nossos desejos, nossos pecados. O diálogo, a fala, a palavra é um poderoso remédio e poderosa terapia. Se não quiser adoecer - "Tome decisão". A pessoa indecisa permanece na dúvida, na ansiedade, na angústia. A indecisão acumula problemas, preocupações, agressões. A história humana é feita de decisões. Para decidir é preciso saber renunciar, saber perder vantagens e valores para ganhar outros. As pessoas indecisas são vítimas de doenças nervosas, gástricas e problemas de pele.
Se não quiser adoecer - "Busque soluções". Pessoas negativas não enxergam soluções e aumentam os problemas. Preferem a lamentação, a murmuração, o pessimismo. Melhor acender o fósforo que lamentar a escuridão. Pequena é a abelha, mas produz o que de mais doce existe. Somos o que pensamos. O pensamento negativo gera energia negativa que se transforma em doença.
Se não quiser adoecer - "Não viva de aparências". Quem esconde a realidade, finge, faz pose, quer sempre sar a impressão de estar bem, quer mostrar-se perfeito, bonzinho etc., está acumulando toneladas de peso ... uma estátua de bronze, mas com pés de barro. Nada pior para a saúde que viver de aparências e fachadas. São pessoas com muito verniz e pouca raiz. Seu destino é a farmácia, o hospital, a dor.
Se não quiser adoecer - "Aceite-se". A rejeição de si próprio, a ausencia de auto-estima faz com que sejamos algozes de nós mesmos. Ser eu mesmo é o núcleo de uma vida saudável. Os que não se aceitam são invejosos, ciumentos, imitadores, competitivos, destruidores. Aceitar-se, aceitar ser aceito, aceitar críticas, é sabedoria, bom senso e terapia.
Se não quiser adoecer - "Confie". Quem não confia, não se comunica, não se abre, não se relaciona, não cria liames profundos, não sabe fazer amizades verdadeiras. Sem confiança, não há relacionamento. A desconfiança é falta de fé em si, nos outros e em Deus.
Se não quiser adoecer - "Não viva sempre triste". O bom humor, a risada, o lazer, a alegria, recuperam a saúde e trazem a vida longa. A pessoa alegre tem o dom de alegrar o ambiente em que vive. "O bom humor nos salva das mãos do doutor".
Alegria é saúde e terapia !!!
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